{"id":509,"date":"2021-03-10T03:34:31","date_gmt":"2021-03-10T06:34:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/\/?page_id=509"},"modified":"2021-03-14T01:49:27","modified_gmt":"2021-03-14T04:49:27","slug":"mesa","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/mesa\/","title":{"rendered":"Mesa"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>\u201cA linha de fronteira se rompeu\u201d (Waly Salom\u00e3o)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Impulsionados pela vontade de expandir territ\u00f3rios e vivenciar as diversidades do fazer cinematogr\u00e1fico do interior da Bahia, o Feciba VI rompe a linha de fronteira itinerando por tr\u00eas cidades do interior baiano: Juazeiro, Feira de Santana e Itabuna.&nbsp;&nbsp; Neste contexto de descoberta de novas perspectivas e troca de experi\u00eancias, a mesa: \u201cA linha de fronteira se rompeu\u201d (Waly Salom\u00e3o) tratar\u00e1 de temas intimamente relacionados com as lutas sociais contempor\u00e2neas aliados ao movimento cinematogr\u00e1fico do interior baiano. Entendendo o cinema como instrumento de reflex\u00e3o das mais diferentes realidades, servindo de ve\u00edculo para exposi\u00e7\u00e3o de temas sociais que precisam ser vistos e dialogados, a mesa tratar\u00e1 tamb\u00e9m da Lei 13006\/2014, que estabelece a exibi\u00e7\u00e3o de filmes nacionais como componente curricular complementar integrado \u00e0 proposta pedag\u00f3gica da escola. Negritude, inclus\u00e3o social, cinema como reflex\u00e3o, o lugar do feminismo na s\u00e9tima arte, as dificuldades enfrentadas pelo audiovisual realizado no interior do estado, a luta pelo respeito \u00e0s minorias, bem como a sensibilidade particular que caracteriza o cinema do interior s\u00e3o alguns dos temas que permear\u00e3o todo o festival e ser\u00e3o acolhidos e dialogados neste momento culminante.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Edson Bastos (Mediador)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/EDSON.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1059\" srcset=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/EDSON.png 400w, https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/EDSON-300x225.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Edson Bastos \u00e9 especialista em Audiovisual pela UESC Universidade Estadual de Santa Cruz, em Ilh\u00e9us-Ba e Graduado em Comunica\u00e7\u00e3o Social com habilita\u00e7\u00e3o em Cinema e V\u00eddeo pela FTC Faculdade de Tecnologia e Ci\u00eancias, em Salvador-Ba. \u00c9 Produtor Executivo e Curador do Fe CiBa Festival de Cinema Baiano realizado por cinco anos consecutivos na cidade de Ilh\u00e9us, com mais de 8 mil pessoas circulando nas \u00faltimas edi\u00e7\u00f5es do evento e do curta-metragem O filme de Carlinhos dirigido por Henrique Filho. Como diretor e roteirista dirigiu o curta-metragem Joelma, eleito pelo p\u00fablico como Melhor curta no Festival Mix Brasil de 2011, vencedor do Pr\u00eamio ABCV do VIII Panorama Coisa de Cinema, em Salvador e pr\u00eamio de Melhor Ator para F\u00e1bio Vidal no III For Rainbown, em Fortaleza-CE. Foi avaliado pelo Estad\u00e3o como um documento importante para a cinematografia LGBT do pa\u00eds. \u00c9 tamb\u00e9m diretor e roteirista do curta-metragem \u201c\u00c9 proibido menino cal\u00e7ado entrar na escola\u201d, baseado no relato hom\u00f4nimo do escritor Euclides Jos\u00e9 Teixeira Neto, publicado no livro 64: Um prefeito, a Revolu\u00e7\u00e3o e os jumentos, vencedor do Pr\u00eamio ABCV no XVI Festival 5 Minutos Expandido. Al\u00e9m de dirigir o curta \u201cVeras\u201d, men\u00e7\u00e3o honrosa no XI Festival Nacional 5 Minutos em 2011. Atualmente foca no seu pr\u00f3ximo curta intitulado Astrogildo e a Astronave, selecionado pelo Edital Setorial de Audiovisual da Bahia de 2013.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&gt;&gt;&nbsp;<strong>JUAZEIRO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Chico Eg\u00eddio<br><a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20160730053704\/http:\/\/feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/CHICO.png\"><\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/CHICO.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1069\" srcset=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/CHICO.png 400w, https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/CHICO-300x225.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Chico Eg\u00eddio \u00e9 Cineasta e Produtor Cultural.&nbsp; Gestor do Espa\u00e7o Cultural Janela 353 em Petrolina\/PE e Coordenador do Ponto de Cultura Cine Raiz. Diretor e idealizador do Festival Vale Curtas \u2013 Juazeiro\/BA e Petrolina\/PE.&nbsp; Al\u00e9m de desempenhar a fun\u00e7\u00e3o de Diretor de diversos curtas, entre eles: \u201cVelho Samba da Ilha\u201d; \u201cO nome das caras CARETAS\u201d e \u201cCadeira de Arruar\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Rodrigo Pez\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/RODRIGO-PEZAO.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1061\" srcset=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/RODRIGO-PEZAO.png 400w, https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/RODRIGO-PEZAO-300x225.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Graduado em Ci\u00eancias Sociais pela Universidade Federal do Vale do S\u00e3o Francisco, Univasf. Mestrando em Antropologia Social na Universidade de Bras\u00edlia, UnB. Rodrigo Pez\u00e3o Wanderley estuda a Cultura Popular e os processos de interven\u00e7\u00e3o e regula\u00e7\u00e3o do Estado nos diversos contextos culturais que engendram a forma\u00e7\u00e3o dessas pr\u00e1ticas e os processos de acomoda\u00e7\u00f5es e resist\u00eancias dos brincantes, foli\u00f5es, participantes. Exp\u00f4s o ensaio de antropologia visual \u201cBrincando com Fogo: ensaio fotogr\u00e1fico da Guerra deEspadas de Senhor do Bonfim\u201d do Laborat\u00f3rio de Imagem e Registro de Intera\u00e7\u00f5es Sociais (Iris) no Instituto de Ci\u00eancias Sociais (ICS) da UnB. Dirigiu o curta-metragem document\u00e1rio \u201cCongos do Ros\u00e1rio\u201d, que lan\u00e7a luz sobre a manifesta\u00e7\u00e3o dos Congos de Juazeiro. Faz parte do Grupo de Investiga\u00e7\u00e3o F\u00edlmica ( GiF) da Univasf. Membro do Coletivo Sert\u00e3o Reggae que realiza o festival de Reggae Sumo Reggae. Tamb\u00e9m atuou no Coletivo Amigos da Ilha do Fogo pela libera\u00e7\u00e3o do acesso a popula\u00e7\u00e3o a Ilha do Fogo ent\u00e3o ocupada pelas for\u00e7as armadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&gt;&gt;&nbsp;<strong>FEIRA DE SANTANA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Cl\u00e1udio Cledson<br><a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20160730053704\/http:\/\/feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/cledson.png\"><\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/cledson.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1068\" srcset=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/cledson.png 400w, https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/cledson-300x225.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cl\u00e1udio Cledson \u00e9 Professor do Departamento de Letras e Artes-DLA\/UEFS; Mestre em Estudos Liter\u00e1rios pelo UFBA; Doutor em Teorias da Comunica\u00e7\u00e3o pela USP; P\u00f3s-doutorado em Comunica\u00e7\u00e3o-UFRJ. Coordenador do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Estudos Liter\u00e1rios-PROGEL-UEFS, e do N\u00facleo de Estudos em Literatura e Cinema-NELCI-UEFS. Tem artigos em peri\u00f3dicos e livros publicados no Brasil e no exterior sobre as rela\u00e7\u00f5es entre Literatura e Cinema; participa de grupos de pesquisa nacionais e mant\u00e9m interc\u00e2mbios com universidades estrangeiras, como o Qu\u00e9bec, no Canad\u00e1; e Paris 3, na Fran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Larissa Fulana de Tal<br><a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20160730053704\/http:\/\/feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/larissa.png\"><\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/larissa.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1067\" srcset=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/larissa.png 400w, https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/larissa-300x225.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Larissa Fulana de Tal \u00e9 realizadora no TELA PRETA, coletivo de cinema negro. Graduada no curso de Cinema e Audiovisual da UFRB.&nbsp; Diretora do document\u00e1rio L\u00e1pis de Cor (2014), projeto contemplado pela I Chamada de Curtas Universit\u00e1rios do Canal Futura. Diretora do curta-metragem Cinzas, inspirado no conto de Davi Nunes, contemplando no Edital Curta Afirmativo (2012). Atua na \u00e1rea de : Cria\u00e7\u00e3o, Desenvolvimento de projetos e Dire\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Deo<\/strong><br><a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20160730053704\/http:\/\/feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/Sem-T%C3%ADtulo-1.png\"><\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Sem-Titulo-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1066\" srcset=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Sem-Titulo-1.png 400w, https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Sem-Titulo-1-300x225.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Formado em Produ\u00e7\u00e3o Audiovisual pela Faculdade Unijorge, Deo \u00e9 s\u00f3cio-propriet\u00e1rio da produtora de cinema e v\u00eddeo +1 Filmes, com a qual j\u00e1 desenvolveu cerca de 400 obras audiovisuais ao longo dos \u00faltimos cinco anos. Na +1 Filmes, responde pela parte de cria\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de conte\u00fados, assumindo fun\u00e7\u00f5es diversas de acordo com a obra. Tem larga pr\u00e1tica como Roteirista, Diretor, Editor e Operador de C\u00e2mera, com \u00eanfase em projetos independentes ou de baixo or\u00e7amento. Produziu em 2015, de forma independente, o longa-metragem O AMOR DOS OUTROS, o primeiro da empresa, que foi selecionado para a Competitiva Baiana do XI Panorama Internacional Coisa de Cinema (Salvador\/2015). Al\u00e9m disso, a produ\u00e7\u00e3o integrou o grupo de 10 obras escolhidas para aprecia\u00e7\u00e3o do j\u00fari do Festival Sundance 2015, atrav\u00e9s do projeto \u201cEncontros com o cinema brasileiro\u201d da ANCINE. Dentre suas realiza\u00e7\u00f5es institucionais, destaque para o programa especial para a TVE Bahia, com produ\u00e7\u00e3o e veicula\u00e7\u00e3o no canal de 60 v\u00eddeos curtos entre 2014 e 2015. Atualmente, se dedica a tr\u00eas novos projetos de longa-metragem: um document\u00e1rio musical, uma fic\u00e7\u00e3o sobre mulheres suicidas e uma s\u00e9rie televisiva sobre ditaduras da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&gt;&gt;<strong>&nbsp;ITABUNA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pola Ribeiro<br><a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20160730053704\/http:\/\/feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/POLA.png\"><\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/POLA.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1065\" srcset=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/POLA.png 400w, https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/POLA-300x225.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Atualmente, assume o cargo de Secret\u00e1rio do Audiovisual na Secretaria do Audiovisual (SAV), do Minist\u00e9rio da Cultura. Pola Ribeiro \u00e9 formado em Comunica\u00e7\u00e3o pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), \u00e9 comunicador, cineasta e tamb\u00e9m gestor p\u00fablico. Entre outros, sua produ\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica \u00e9 composta por: De \u00c1gua de Meninos a S\u00e3o Joaquim (dir.coletiva) 1978, Biblioteca do ICBA (dir. coletiva) 1978, UNEB Universidade do Sert\u00e3o (dir.) 1983, Balan\u00e7o de Pagamento (co-dir.) 1988, Caverna (dir.) 1988, Celebra\u00e7\u00e3o da Heran\u00e7a Africana (rot.\/dir.) 1998, Voyages (rot.\/dir.) 1999, Memoh (rot.\/dir.) 2003, B\u00eabado em Cama Alheia (dir.) 2004 e Ax\u00e9 do Acaraj\u00e9 (coord.\/dir.geral) 2006.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Camila Camila<br><a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20160730053704\/http:\/\/feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/CAMILA.png\"><\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/CAMILA.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1064\" srcset=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/CAMILA.png 400w, https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/CAMILA-300x225.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cineasta graduada pela Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo da Bahia, Camila Camila \u00e9 uma das fundadoras do Coletivo Gaiolas \u2013 Coletivo de Cineastas Feministas do Rec\u00f4ncavo da Bahia. Inicia em 2001 como arte educadora em Escolas P\u00fablicas e Centros de apoio a mulheres no interior do estado, encontrando depois no G\u00eanero Document\u00e1rio uma janela para transpor as inquietudes do g\u00eanero, do corpo e seus entornos. Busca em seus filmes o di\u00e1logo de g\u00eanero e identidade nas forma\u00e7\u00f5es familiares atrav\u00e9s da autorrepresenta\u00e7\u00e3o, em meio \u00e0s linguagens do cinema h\u00edbrido.&nbsp; Atua como documentarista, cen\u00f3grafa, figurinista e diretora de arte. Desde 2011 atua no circuito do Cinema Baianocomo realizadora, curadora e j\u00fari. Em 2013 dirigiu o longa-metragem document\u00e1rio \u2018Olho A\u2019dentro \u2013 Povo Cigano\u2018;em 2014 dirigiu juntamente com seu Coletivo o document\u00e1rio curta metragem \u2018 No seu giro, Corpo leve \u2018, ambos selecionados e premiados em Festivais baianos e nacionais. Em 2015, dirige \u2018ANA\u2019, curta metragem document\u00e1rio que carrega quest\u00f5es de corpo, g\u00eanero e identidade; selecionado e premiado em festivais de cinema nacionais e Ibero americanos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Marialva Monteiro<br><a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20160730053704\/http:\/\/feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/MARIALVA.png\"><\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/MARIALVA.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1063\" srcset=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/MARIALVA.png 400w, https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/MARIALVA-300x225.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Marialva Monteiro nasceu em Salvador, BA. \u00c9 graduada em Filosofia pela PUC-RJ e tem Mestrado em Filosofia da Educa\u00e7\u00e3o pela Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas\/RJ. \u00c9 fundadora do CINEDUC \u2013 Cinema e Educa\u00e7\u00e3o \u2013 entidade que trabalha h\u00e1 46 anos com o uso da linguagem audiovisual no processo educativo. Escreveu o livro \u201cCinema: uma janela m\u00e1gica\u201d em colabora\u00e7\u00e3o com Bete Bullara, sobre linguagem cinematogr\u00e1fica, o livro destinado aos jovens leitores est\u00e1 na sua terceira edi\u00e7\u00e3o pela Editora da UFMG \u2013 Universidade Federal de Minas Gerais.Participou como jurada em v\u00e1rios festivais infanto-juvenis na Am\u00e9rica Latina (Bol\u00edvia, Venezuela, Uruguai, Argentina) e na Europa (Bulg\u00e1ria, Pol\u00f4nia, Fran\u00e7a, R\u00fassia) e \u00cdndia.\u00c9 membro da C\u00e2mara Setorial do Audiovisual do Conselho Municipal de Cultura de Ilh\u00e9us, BA no segundo mandato. Pertence \u00e0 Rede Unial- Rede del Universo Audiovisual delNi\u00f1oLatinoamericano \u2013 Havana, Cuba.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Daniela Galdino<br><a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20160730053704\/http:\/\/feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/DANIELA.png\"><\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/DANIELA.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1062\" srcset=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/DANIELA.png 400w, https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/DANIELA-300x225.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Daniela Galdino. Poeta, quase sempre Performer, \u00e0s vezes Produtora Cultural. Nascida em terras grapi\u00fanas (Itabuna \u2013 Bahia), costuma espalhar-se pelo mundo (em tr\u00e2nsitos constantes). \u00c9 Docente da UNEB onde atua na \u00e1rea de literatura (Gradua\u00e7\u00e3o e P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o) e desenvolve projetos extensionistas de forma\u00e7\u00e3o continuada em artes integradas. Graduada em Letras pela UESC, Mestre em Literatura e Diversidade Cultural pela UEFS, Doutoranda em Estudos \u00c9tnicos e Africanos pela UFBA. Percorre diversos eventos como Escritora e Performer e frequentemente estabelece parcerias com diversos artistas para fortalecer os di\u00e1logos entre a poesia, m\u00fasica e o audiovisual. Em 2013 participou, como escritora e performer, de eventos acad\u00eamicos e liter\u00e1rios na Alemanha. Organizou o livro \u201cProfundan\u00e7as\u201d (antologia liter\u00e1ria e fotogr\u00e1fica), publicado pela Voo Audiovisual em 2014. Integra a antologia tril\u00edngue \u201cAutores Baianos: um panorama\u201d, organizada pela SECULT-BA para divulgar a literatura baiana em diversos pa\u00edses. Publicou \u201cIn\u00famera\u201d (Mondrongo, 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o: 2011, 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o: 2013). Em 2009 e 2010, respectivamente, participou da 1\u00aa e 2\u00aa edi\u00e7\u00f5es da antologia \u201cDi\u00e1logos: panorama da nova poesia grapi\u00fana\u201d (Editus\/Via Litterarum). Em 2005 publicou \u201cVinte poemas CaleiDORc\u00f3picos\u201d (Via Litterarum). Organizou os livros: \u201cTessitura Azeviche: di\u00e1logos entre as literaturas africanas de l\u00edngua portuguesa e a literatura afro-brasileira\u201d (Editus), financiado pelo Programa Uniafro (MEC); e \u201cLevando a ra\u00e7a a s\u00e9rio: a\u00e7\u00e3o afirmativa e universidade\u201d (DP&amp;A), financiado pela Funda\u00e7\u00e3o Ford.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cA linha de fronteira se rompeu\u201d (Waly Salom\u00e3o) Impulsionados pela vontade de expandir territ\u00f3rios e vivenciar as diversidades do fazer cinematogr\u00e1fico do interior da Bahia, o Feciba VI rompe a linha de fronteira itinerando por tr\u00eas cidades do interior baiano: Juazeiro, Feira de Santana e Itabuna.&nbsp;&nbsp; Neste contexto de descoberta de novas perspectivas e troca [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_et_pb_use_builder":"off","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"class_list":["post-509","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/509","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=509"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/509\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1070,"href":"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/509\/revisions\/1070"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.feciba.com.br\/2016\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=509"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}