{"id":16,"date":"2021-02-09T15:28:01","date_gmt":"2021-02-09T17:28:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.feciba.com.br\/2014\/\/?page_id=16"},"modified":"2021-03-10T03:36:38","modified_gmt":"2021-03-10T06:36:38","slug":"oficinas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.feciba.com.br\/2014\/oficinas\/","title":{"rendered":"Oficinas"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Oficina de Trilha Sonora<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A oficina de Trilha Sonora prop\u00f5e trazer uma abordagem ampla da intera\u00e7\u00e3o som\/imagem, atrav\u00e9s das interfaces narrativas entre a m\u00fasica e o cinema, desde o cinema silencioso aos dias de hoje, em v\u00e1rias cinematografias. Voltada para estudantes e profissionais em m\u00fasica, cinema, TV, teatro, comunica\u00e7\u00e3o social, a oficina visa trabalhar na teoria e pr\u00e1tica o processo de cria\u00e7\u00e3o e sincroniza\u00e7\u00e3o de uma trilha a um filme, em fic\u00e7\u00e3o e document\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Instrutor:&nbsp;David Tygel<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"288\" src=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2014\/\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/David-Tygel-Oficina-de-Trilha-Sonora-300x288-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-516\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">David Tygel \u00e9 m\u00fasico, compositor, diretor musical, cantor e professor. Formado em Licenciatura em M\u00fasica, com Especializa\u00e7\u00e3o em Educa\u00e7\u00e3o Musical, atualmente leciona em diversos cursos de extens\u00e3o da PUC-Rio e no curso de M\u00fasica para Cinema e TV do Conservat\u00f3rio Brasileiro de M\u00fasica. Integra o grupo vocal Boca Livre desde a sua cria\u00e7\u00e3o em 1979. Foi professor convidado da Escuela de Cinema de Los Ba\u00f1os em Cuba, e do Instituto M_EIA de Cabo Verde. Deu palestras na PUC\/Santiago do Chile, no CCC da Cidade do M\u00e9xico. Comp\u00f4s as trilhas de trinta e cinco longas metragens, entre eles: \u201cO Homem da Capa Preta\u201d (1986), dirigido por S\u00e9rgio Rezende e o document\u00e1rio \u201cO homem pode voar\u201d (2006) dirigido por Nelson Hoineff. Sua filmografia compreende ainda curtas metragens como: \u201cTrancado por Dentro\u201d (1989), com dire\u00e7\u00e3o de Arthur Fontes, \u201cComo se Morre no Cinema\u201d (2002), dirigido por Luelane Loyola, entre outros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Data<\/strong>: 02 a 04\/06<br><strong>Local<\/strong>: Cine Santa Clara<br><strong>Hor\u00e1rio<\/strong>: 09H a 13H<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Oficina de Figurino<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A oficina de Figurino visa levar o aluno a aprender todos os processos que envolvem a cria\u00e7\u00e3o de figurino e o funcionamento do departamento nas filmagens (set e camarim). Tanto a parte art\u00edstica de cria\u00e7\u00e3o (interpreta\u00e7\u00e3o do roteiro, cria\u00e7\u00e3o das personagens, desenhos dos croquis, escolha das cores, tecidos etc.) como a parte t\u00e9cnica (decupagem de roteiro, envelhecimento de pe\u00e7as, continuidade, organiza\u00e7\u00e3o de camarim) ser\u00e3o tratados no decorrer da oficina.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Instrutor: Joana Gatis<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"146\" src=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2014\/\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Joana-Gatis-Oficina-de-Figurino-300x146-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-517\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Natural de Caruaru, Joana Gatis iniciou sua carreira mesclando as fun\u00e7\u00f5es de figurinista e dire\u00e7\u00e3o de arte para teatro, TV (Band, Record, TV Brasil, TV Cultura, MTV) e shows. Estreou no campo cinematogr\u00e1fico como figurinista no longa metragem \u201cBaixio das Bestas\u201d (2006) a convite do diretor Cl\u00e1udio Assis. Al\u00e9m desse trabalho, Joana participou de \u201cCores\u201d (2011), de Francisco Garcia; \u201cMeninos de Kichute\u201d (2008), dirigido por Luca Amberg; \u201cSe nada Mais der Certo\u201d (2007), com dire\u00e7\u00e3o de Jos\u00e9 Eduardo Belmonte; exemplos expressivos da participa\u00e7\u00e3o da figurinista no cinema brasileiro. A lista de curtas metragens \u00e9 bastante ampla, incluindo \u201cAu revoir\u201d (2013), dirigido por Milena Times; \u201cCordel\u201d (2013), com dire\u00e7\u00e3o de L\u00edrio Ferreira; \u201cAt\u00e9 logo\u201d (2012), de Milena Times; \u201cVento\u201d (2009), dirigido por M\u00e1rcio Sal\u00e9m; al\u00e9m de \u201cNa Mira\u201d (2007), com dire\u00e7\u00e3o de Ricardo Guidara, entre outros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Data<\/strong>: 02 a 04\/06<br><strong>Local<\/strong>: Audit\u00f3rio Sos\u00edgenes Costa<br><strong>Hor\u00e1rio<\/strong>: 09H a 13H<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Oficina de Continuidade<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A continuidade surge com o pr\u00f3prio fazer cinematogr\u00e1fico, por isso, a oficina de Continuidade objetiva mostrar todo o processo de ordena\u00e7\u00e3o do conjunto de acontecimentos narrados numa determinada dimens\u00e3o espa\u00e7o-temporal. Para tanto, busca compartilhar os modos de fazer os boletins de montagem, que relatam como uma cena \u00e9 filmada, o tempo e o espa\u00e7o que decorrem dentro da trama, bem como suas particularidades e coer\u00eancias determinadas pelo diretor. No decorrer da oficina ser\u00e3o abordados temas relacionados \u00e0 como fazer a decupagem de um roteiro; como minutar uma cena; informa\u00e7\u00f5es pertinentes aos boletins de continuidade; al\u00e9m de evidenciar qual a import\u00e2ncia da montagem para o continu\u00edsta e a continuidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Instrutor: Inajara Diz<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"198\" src=\"https:\/\/www.feciba.com.br\/2014\/\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/1901847_265281140313253_1894289917_n-300x198-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-518\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Inajara Diz desempenhou a fun\u00e7\u00e3o de continu\u00edsta nos curtas metragens: \u201cMenino da Gamboa\u201d (2014), com dire\u00e7\u00e3o Rodrigo Luna e Pedro Perazzo; \u201cO Velho e os Tr\u00eas Meninos\u201d (2012), dirigido por Henrique Filho; \u201cDesvelo\u201d (2011), dirigido por Clarissa Rebou\u00e7as; \u201cOlho de Boi\u201d (2009), com dire\u00e7\u00e3o de Diego Lisboa. Al\u00e9m disso, foi continu\u00edsta no longa metragem \u201cA Pelada\u201d (2011), produ\u00e7\u00e3o franco-belga-brasileira do diretor Damien Chemin, e estagi\u00e1ria da continuidade no premiado Capit\u00e3es de Areia, dirigido por Cec\u00edlia Amado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><br>Data<\/strong>: 02 a 04\/06<br><strong>Local<\/strong>: Audit\u00f3rio Fernando Leite \u2013 Casa de Jorge Amado<br><strong>Hor\u00e1rio<\/strong>: 09H a 13H<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Oficina de Trilha Sonora A oficina de Trilha Sonora prop\u00f5e trazer uma abordagem ampla da intera\u00e7\u00e3o som\/imagem, atrav\u00e9s das interfaces narrativas entre a m\u00fasica e o cinema, desde o cinema silencioso aos dias de hoje, em v\u00e1rias cinematografias. 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