{"id":509,"date":"2021-03-10T03:34:31","date_gmt":"2021-03-10T06:34:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.feciba.com.br\/2013\/\/?page_id=509"},"modified":"2021-03-12T23:54:56","modified_gmt":"2021-03-13T02:54:56","slug":"mesa","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.feciba.com.br\/2013\/mesa\/","title":{"rendered":"Mesa"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Mesa: \u201cO que \u00e9 Cinema Baiano?\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com: Rodrigo Bomfim, Robinson Roberto e Edson Bastos (mediador)<br>Dia: 13 de junho, quinta-feira<br>Local: Cine Santa Clara<br>Hor\u00e1rio: 14:00h<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Resumo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A proposta da mesa \u00e9 abordar as rela\u00e7\u00f5es entre mem\u00f3ria, identidade e representa\u00e7\u00f5es sobre a baianidade, colocando-a em evid\u00eancia para ampliar e contribuir no fortalecimento da cadeia do audiovisual da Bahia. Apresentar por meio de uma perspectiva hist\u00f3rica os ciclos do cinema produzido na Bahia e ao mesmo tempo debater sobre a necessidade de representa\u00e7\u00e3o de uma regionalidade em detrimento de uma nacionalidade&nbsp;cinematogr\u00e1fica. Debater sobre cinema para al\u00e9m de quest\u00f5es territoriais e ao mesmo tempo mostrar o local para o mundo. O que faz um filme ter a caracter\u00edstica de cinema baiano? Ele precisa ser filmado na Bahia, com maior parte da equipe de produtores e t\u00e9cnicos baianos, com determinadas caracter\u00edsticas t\u00e9cnicas e est\u00e9ticas ou se trata especificamente de uma quest\u00e3o de representa\u00e7\u00e3o? Afinal, o que \u00e9 Cinema Baiano?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Rodrigo Bomfim<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Jornalista e Publicit\u00e1rio , Mestre em Cultura e Turismo &nbsp;e Doutorando do Programa Multidisciplinar de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Cultura e Sociedade do IHAC\/UFBA. Professor do curso de Comunica\u00e7\u00e3o Social \u2013 R\u00e1dio e TV, da Universidade Estadual de Santa Cruz, atua na \u00e1rea de Comunica\u00e7\u00e3o, Cultura e Sociedade, com \u00eanfase em estudos sobre representa\u00e7\u00f5es, linguagens e po\u00e9ticas do audiovisual, propaganda e jornalismo, atuando principalmente nos seguintes temas: cinema brasileiro, culturas juvenis, televis\u00e3o, cultura e turismo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Robinson Roberto<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Robinson Roberto (Amargosa BA 1939). Fot\u00f3grafo, diretor cinematogr\u00e1fico, professor, ator, cr\u00edtico e pesquisador musical. Foi professor de Educa\u00e7\u00e3o Art\u00edstica da Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o do Estado da Bahia entre 1969 e 1982. Ator e diretor de v\u00e1rios espet\u00e1culos teatrais montados em Jequi\u00e9 (BA), entre 1963 e 1973, bem como co-fundador e diretor 1962-1972 do Clube de Cinema de Jequi\u00e9 entre 1962 e 1972. Cr\u00edtico de cinema do Jornal Jequi\u00e9 (1961-1974) e criador dos programas radiof\u00f4nicos Cine Revista e Deuses da M\u00fasica, da R\u00e1dio Bahiana de Jequi\u00e9. Assistente de Jos\u00e9 Umberto Dias na montagem teatral O Beijo Final, 1984, bem como nos v\u00eddeos Boquim,1991, Milton Ga\u00facho 1993 e Rex Schindler,1994. Realizou, na d\u00e9cada de 70, v\u00e1rios filmes em Super 8 premiados em festivais brasileiros: Agreste (Jornada de Cinema da Bahia e Festival de Sergipe, 1975 e 1976), Acalanto (Festival de Cinema de Recife, 1977), Urubu (Festivais de Curitiba e Aracaju, 1977 e 1978), Viragem (Festivais de Salvador, Aracaju, Recife e Penedo, 1979 e 1980), Sal\u00e1rio M\u00ednimo (Festival de Aracaju, 1980), O Pacote (Festivais de Campinas e S\u00e3o Luis, 1983) e Ma\u00edra (Festival do Maranh\u00e3o, 1983). Teve trabalhos selecionados, como fot\u00f3grafo, para o II Sal\u00e3o Baiano de Artes Pl\u00e1sticas (1989) e para a III Bienal do Rec\u00f4ncavo (S\u00e3o F\u00e9lix, 1995). Participante do IX Festival Internacional Del Nuevo Cine Latino Americano, em Havana (1987). Hoje atua como realizador de trabalhos audiovisuais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Edson Bastos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Especialista em Audiovisual pela UESC \u2013 Universidade Estadual de Santa Cruz em Ilh\u00e9us-Ba e Graduado em Comunica\u00e7\u00e3o Social com habilita\u00e7\u00e3o em Cinema e V\u00eddeo pela FTC \u2013 Faculdade de Tecnologia e Ci\u00eancias de Salvador-Ba. Atua como Produtor Executivo e Curador da MUSA \u2013 Mostra Universit\u00e1ria Sulamericana de Audiovisual e do FECIBA \u2013 Festival de Cinema Baiano.&nbsp;\u00c9 Idealizador, Produtor Executivo e Coordenador de Conte\u00fado do projeto Pixelando e do site \u201cPixelando Online\u201d, voltado para forma\u00e7\u00e3o de p\u00fablico e m\u00e3o-de-obra para o audiovisual. Atualmente \u00e9 Produtor Executivo do curta-metragem \u201cO filme de Carlinhos\u201d dirigido por Henrique Filho e foca no seu primeiro projeto em fic\u00e7\u00e3o no formato de longa-metragem, \u201cOs Magros\u201d, adapta\u00e7\u00e3o do livro hom\u00f4nimo do escritor grapi\u00fana Euclides Neto<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mesa: \u201cO que \u00e9 Cinema Baiano?\u201d Com: Rodrigo Bomfim, Robinson Roberto e Edson Bastos (mediador)Dia: 13 de junho, quinta-feiraLocal: Cine Santa ClaraHor\u00e1rio: 14:00h Resumo A proposta da mesa \u00e9 abordar as rela\u00e7\u00f5es entre mem\u00f3ria, identidade e representa\u00e7\u00f5es sobre a baianidade, colocando-a em evid\u00eancia para ampliar e contribuir no fortalecimento da cadeia do audiovisual da Bahia. 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